Há quase uma década, mergulhei no universo da comunicação digital e do inbound marketing, criando conteúdo para diversas marcas.
Mas, nos últimos tempos, tenho me questionado profundamente sobre algo essencial: o que realmente vale a pena compartilhar?
Quando comecei a criar conteúdo, as regras eram diferentes. O algoritmo do LinkedIn, por exemplo, não exigia postagens diárias.
Com o tempo, vi a ascensão de formatos mais curtos e diretos: vídeos de 15 segundos, posts com frases de impacto.
Mas, no fim, percebi que o conteúdo do qual mais me orgulho não é o que viralizou. É o que veio de reflexões profundas.
Muitos especialistas em marketing digital defendem que consistência é tudo.
Por outro lado, os textos e vídeos que mais ressoaram com meu público foram aqueles que nasceram de vivências pessoais.
Acredito que, no fim, o que importa não é a quantidade, mas a intenção por trás do que compartilhamos.
Vivemos em uma era de superprodução de informação. Todos podem publicar, mas poucos conseguem criar algo que realmente toca as pessoas.
